Placebos na alimentação.

Quando resolvi perder peso encarei alguns produtos como placebos. Falo dos produtos que estão abundantes nas prateleiras dos supermercados e que possuem uma propaganda de que não faz mal ou “tão” mal como a versão original. São as maioneses, refrigerantes, sorvetes e tudo mais na versão ligtht, diet, zero e lero-lero.

Tem coisas que até dá pra consumir no “dia do porco”. Chamo de dia do porco o dia dedicado a comer qualquer coisa que fuja da dieta. Sorvete, pizza, pastel e outras coisas estão inclusas. Refrigerante é que nunca mais. Nem no dia do porco.

Levar, ou tentar levar, uma alimentação saudável não é das tarefas mais difíceis, mas exige esforço. Consciência é fundamental. Achar que comendo uma coxinha com um refri diet vai adiantar de alguma coisa, não vai. Não mesmo! Se é pra eu optar em comer umas dessas duas coisas, fico com a coxinha. Pra acompanhar bebo água, suco ou nada. Mas refri diet é placebo.

Na verdade, vejo agora que chamar de placebo um refri diet é errado. Pois o placebo não faz mal, apenas influência psicologicamente. Já o refri diet faz mal. Muito mal! Ainda vicia.

Abraço.

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Publicado em 9 de dezembro de 2010, em Alimentação. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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