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Como foi a Corrida Soldados do Fogo – Natal

O fato da corrida ter sido realizada no quartel dos bombeiros, de cara já ofereceu uma ótima estrutura. Havia música ao vivo tocada pela banda da PM, e muito espaço para ir relaxando e se preparando para prova.
A entrega do chip, ao que me pareceu, ocorreu tranquilo.
A largada foi no horário, ou quase, não sei bem pois não olhei o relógio.
O percurso novo criou uma complicação, pois logo após a largada já tinha um retorno, o que não permitiu uma largada rápida com com disperção da multidão. O restro do trajeto não é tão desconhecido das pessoas, pois até pegou um trecho que já foi usado por outras provas. Achei o percurso mais pesado do que o tradicional da Prudente, mas quem tá querendo moleza vai descer ladeira.
Havia um posto de hidratação para os 5K e dois para os 10 K.
Os 10K como já é tradição em Natal, dava duas voltas no circuito.
Os gaiatos de plantão aproveitaram os poucos fiscais de percurso e iam cortando caminho pelas calçadas. Fala sério!
Após a chegada, havia muito espaço para descançar e só depois enfrentar uma rápida fila pra pegar o kit e a medalha.
Falando em medalha… Muito bonita.


O kit de lanche tinha duas frutas, barra de cereal e Gatorade. Gostei do fato de terem somente duas frutas, assim evita o desperdício.
Logo o pátio do quartel ficou uma sujeira só. Foi a somatoria de lixeiras invisíveis e falta de educação.
Não demorou para haver a entrega dos prêmios. Tudo organizado em sem retificações.
Um destaque especial para o primeiro colocado dos 10K dos bombeiros que ganhou todas as edições dessa prova. E olha que são 17 edições. O bombeiro campeão foi premiado com uma ida a São Silvestre desse ano. Prêmio que deixou o bombeiro atleta com os olhos cheios de lágrimas. Parabéns!
Parabéns aos bombeiros e toda a organização que fizeram uma belíssima corrida.
Fica aqui uma lição para algumas organizações de provas. Aprendam sobre organização com os militares. Disso eles entendem bastante.

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Como foi a Corrida de São Pedro

Antes da prova, muita chuva. A corrida era bem ao estilo “comunidade”, organização simples, mas que fez uma corrida muito boa.
As inscrições eram feitas na hora. Todos com número de peito e cartão de controle.
O percurso era de 5K dando uma volta por um quarteirão do bairro, depois seguindo por uma avenida até o centro e retornando pelo mesmo trajeto. Uma preocupação é que parte do percurso, na largada, era de calçamento e como estava tudo molhado houve preocupação com acidentes. Correu tudo tranquilo sem nenhuma queda ou algo do tipo. Só uma coisa, no GPS o trajeto deu 4.830 metros.
Havia posto de hidratação com bastante água e um pessoal muito solícito.
O asfalto do trajeto não era dos melhores, com buracos e lama, mas somos corredores de rua e não de pista de atletismo.
Havia escolta de carro e motos para os atletas.
Na chega a festa era grande com todos os corredores se barabenizando. Essa é uma das vantagens de corridas pequenas, as pessoas ficam mais próximas.
Muita água e frutas.
Ao final, teve a entrega dos troféus para os primeiros colocados. Lembrando que houve medalhas para todos que concluiram a prova.
Prova simples e muito agradável.
Na próxima, estaremos lá.

Como foi a Corrida Jerônimo de Albuquerque – GAC

Nos momentos que antecediam a prova havia muito frio e chuva. Sim, eu disse “frio”. Pode não parecer, mas em Natal faz frio, ainda mais quando é na beira da praia as 7h da manhã. Mas isso não tirou o ânimo dos atletas que aguardavam a largada.
Fizeram largada feminina e masculina, ambas ao mesmo tempo, porém as mulheres largaram alguns metros a frente.
O trajeto prometia 8K, mas segundo o GPS e a experiência de alguns atletas, houve uns 9,5K. Muita subida e descida, não foi uma prova tão fácil. Todo o trajeto estava sinalizado e haviam policiais de trânsito fiscalizando e ajudando na orientação dos veículos. Uma boa combinação do dia, horário e trajeto resultou em um trânsito mínimo. Outro detalhe, não houve economia de cones de sinalização.
Havia um posto de hidratação no Relógio Solar e os atletas, ao que me pareceu, estavam sendo bem servidos.
A prova seguiu ao lado da Ponte de Todos onde havia sinalização dos militares. Depois passou por baixo da ponte, pegando um trecho de terra e calçamento e chegando no 17º GAC.
O funil de chegada era rápido e os atletas podiam rapidamente pegar a medalha de participação, kit de frutas e água.
Enquanto saía os resultados e era aguardado a chegada dos outros atletas, uma banda se apresentava. Logo estava sendo feita a entrega dos prêmios aos primeiros colocados.
O caminhão guarda-volumes estava devolvendo os pertences dos atletas. Vários ônibus aguardavam o fim da festividade para levar o povo de volta ao ponto de largada, onde muitos deixaram os carros.
Fui embora na certeza de que ano que vem vou correr essa prova. Além de passar por uma bela paisagem, é uma oportunidade de fazer um trajeto diferente, já que a maioria das corridas em Natal se concentra na av. Prudente de Morais.
Parabéns ao Exército pela prova e pela organização.

Como foi a Night Run Natal – 1a. – 2011

Já tá virando rotina esse negócio de chegar atrasado nas provas. Novamente foi estacionar e sair correndo pra largada. Mas deu tudo certo.
A prova foi num percurso novo, que pessoalmente achei mais leve que o tradicional da Prudente.
Estava bem sinalizado, apesar que havia uns cones no meio do trajeto que atrapalharam um pouco. Os motoristas é que não colaboram e ficam buzinando e reclamando com o pessoal que orientava o trânsito.
Na chegada tinha além do tradicional, fruta e água, tinha também isotônico. Uma coisa que o chip descartável ajuda e na rápida dispersão do pessoal.
A medalha é muito bonitae valeu o esforço.
Enquanto havia festa do pódio, estava sendo afixado em uma parede os resultados. Parabéns ao pessoal da cronometragem.
As fotos vocês podem ver lá pelo Twitter @noonrunner.

Até a próxima Night Run!

Como foi a III Corrida Noturna do SESI

Pessoalmente essa corrida começou já na hora de sair de casa, pois acabei chegando apenas 6 minutos antes da largada. Só deu tempo de tirar o agasalho e correr para a largada. Pensem num nervosismo, mas deu tudo certo. Bom, então vamos ao Como foi.
O SESI sabe fazer uma corrida de rua. Havia uma baita estrutura, com direito a jogo de luz (incluindo aqueles canhão tipo sinal do Batman), som de primeira, banheiros, tendas (não deu tempo de ver o que tinha), e muita organização.
A largada foi no horário e sem atropelos.
Durante o percurso observei que havia banheiros químicos no canteiro central, isso é muito bom. Ninguém sabe quando vai apertar durante uma corrida.
O trajeto estava bem sinalizado e as ruas interditadas. Parabéns ao trabalho da Polícia de Trânsito e ao Agentes de Trânsito de Natal.
Achei que houve algum problema com os batedores do masculino, pois apenas o primeiro colocado estava com batedor, um pequeno pelotão que vinha mais atrás não contava com batedores e tiveram dificuldades em passar pelos outros atletas.
Havia água bastante água nos postos de hidratação.
Durante o trajeto tinha uma tenda temática junina com bandeirinhas e música. A maioria dos atletas, incluindo a mim e minha esposa, passamos por essa tenta, mas pelo que percebi ela era apenas para ornamentação. Pensei que era o tapete do chip, mas não. Bom, não deixou de dar mais um ânimo pra prova.
Na chegada observei que tinha um telão exibindo a cara do povo chegando. Muito legal! Pois quem vai acompanhar a corrida, pode ficar de longe e ainda ver o seu atleta chegar.
No pós-chegada havia água e um povo sem noção que acha que ali é alguma área vip pra bater papo. Estou falando dos próprios atletas que mesmo que não tendo que devolver nenhum chip, ainda ficaram amontoando ao invés de pegar logo a sua água, medalha e kit de lanche.
O SESI distribuiu um suco de couve muito bom! Darei a receita em outro post.
Não pude ficar para a festa da entrega dos troféus, mas minha esposa cumpriu o papela de acessora de imprensa e fez a cobertura das premiações via Twitter (@noonrunner).
Parabéns ao SESI e a FNA pela organização de mais uma corrida tão agradável e segura.

Como foi a corrida da Unimed.

A entrega dos chips no dia da corrida ficou meio conturbado a medida que se aproximava a hora da largada. Houveram poucos feridos.
Antes da corrida tinham atletas pegando água que era destinada para pós-chegada. Acho que o evento deve se preocupar em fornecer água antes da corrida para os atletas, até porque nesse fizeram o pessoal chegar bem mais cedo, mas acredito que as pessoas devem usar (um pouco) da conciência e ver que se tomarem água no ínicio da prova, pode faltar no final.
Pegando o gancho no parágrafo anterior e já adiantando o assunto, faltou água no final da prova. Não por culpa dos atletas do começo da prova que beberam alguns copos, mas porque tinha pouca água mesmo.
Vamos de volta para o começo da prova.
A largada foi no horário e tranquila. Era tanta gente, que levei 1:40 minutos para passar pelo pórtico de largada.
Esse ano teve chip. Talvez assim tenhamos os resultados, já que o do ano passado muitos ficaram sem.
Esqueci de falar do tempo. Chovia muito antes da corrida, mas na hora da largada houve uma trégua. Durante a prova houveram algumas pancadas de chuva, o que deixou agradável a prova.
O trajeto é bem manjado, velha Prudente de Morais (com “i”). Descida e subida ao lado do Hospital da PM, fica sendo um ponto onde freia os mais afoitos.
Posto de hidratação, haviam dois. Como não tava calor, passei sem pegar água.
Na chegada o pessoal da arbitragem e os staffs iam tirando os pipocas do funil.
Após a chegada tinha água, porém não pra todos como já falei. Também havia um kit de lanche com banana, maçã e laranja (já cortada :-). Claro que tinha a medalha.
Ia esquecendo de outra coisa na hora da chegada. No som tinha uma música ao fundo e uma mulher falando (alto) sobre os benefícios dos planos Unimed. Isso é chato. As pessoas chegam cansadas e a maioria atordoadas e querem relachar. Música ajuda, blá-blá-blá não.
Os arredores do local de chegada ficou um lixão. Só no final descobri que haviam lixeiras, mas que foram mal posicionadas. Claro que a falta de educação do povo ajudou bastante.
Não acompanhei as premiações, mas aqui pude ver um problema. A estrutura da prova interdita a av. Prudente de Morais por muito tempo. Já existe a interdição do trajeto e ainda é mantida a interdição para o pós-chegada e festividades, como a premiação. Quando as corridas tem a concentração na Praça Cívica, logo após o ultimo colocado chegar, a av. já vai sendo liberada. O percurso seria o mesmo e o atual local fica só a um quarteirão da praça, então sei lá, derrepente quem sabe. Não é?
No geral, valeu cada passada.

Como foi a Corrida do Comerciário – Sesc

Uma palavra define essa corrida: “organização”.
Antes da corrida havia várias atividades para quem foi prestigiar a festa. Bom pra quem levou a família.
A largada foi no horário e sem atropelos.
Bastante água no percurso, inclusive para os pipocas.
Na chegada muita festa e o tradicional kit de lanche. Claro que também teve a medalha.
Os resultados sairam rápidos e logo já estavam sendo entregue os prêmios para os primeiros colocados.
Depois da premiação, teve show musical.
Corrida boa e tudo por apenas R$5,00.

Lembrando que fiz uma cobertura pelo Twitter @noonrunner.

Como foi a Corrida de Vicente Dudman

É muito fácil centar sentar o pau em uma corrida e não valorizar em nada o esforço da galera que tava lá ralando. É muito fácil falar da desorganização, da falta de estrutura e de tudo que envolveu a corrida. É muito fácil.Sem dúvida é! Quando a corrida atrasa, não tem uma largada organizada, falta água, tem confusão na entrega das medalhas de participação, um monte de políticos querendo aparecer, não tem funil de chegada, falta de staff, sem sinalização no trajeto, falta de segurança e mais uma porrada de coisas. Sim, fica fácil falar.

A viagem foi tranquila em ônibus fretado. Na retirada do número de peito, vi que fizeram o mesmo que foi feito em João Pessoa-PB, o uso de número de peito adesivo. Muito ruim. As blusas são de tecido sintécico sem aderência e ainda tem o suor e água do trajeto, assim não tem adesivo que segure. Ainda bem que distribuiram os broches (ou “alfinetes” como bateram o pé nossos amigos cariocas). Não teve camiseta.

Pouco antes do horário da largada, alguém disse que ia ser um pouco mais a frente de onde o povo tava concentrado. Então lá se vai o pessoal andando cerca de um quarteirão. Depois alguém diz que a largada era lá onde todos já estavam. Novamente lá se vem o povo andando.

A largada foi na base do “um, dois, e vai!”. Na verade o cara disse várias vezes que seria no “3”, mas ele acabou falando “vai!” e o povo ficou meio que com medo de largar. Houve largada para feminino e masculino.

Passamos um trecho na BR, o que não ficou lá muito seguro, pois não tinha nenhum batedor ou sinalização para orientar o trânsito. Dessa vez os motoristas deram uma trégua e não tentaram atropelar ninguém.

Alguns sobe e desce, buracos, calçamento fizeram parte do trajeto. Afinal, era uma corrida rústica.

No 4 km tinha a promessa de água, mas só haviam copos no chão. Como estava com aquela “dor de viado” não consegui abaixar para pegar algum copo que restasse água. Havia apenas esse posto de hidratação.

Na chegada, ficava a dúvida se já podia caminhar ou ainda tinha que correr, pois não tinha funil. Resolvi parar após entregar o segundo cartão de controle.

Uma cena de feira livre foi o que podemos encontrar na banca onde estavam as frutas para os atletas. Na verdade era mesmo um banca de feira e o local acho que era em frente ao mercado. Água? Sim, havia, mas da torneira. Por sorte, tinha água na minha squeeze que ficou com a minha esposa. Pois é, ela ainda tá com o joelho meio ruim e não pôde correr.

Todos ficavam se perguntando sobre a medalha de participação, mas ninguém havia visto as benditas.

Antes de entregarem os prêmios para os ganhadores, houveram muitos discursos e babação pra políticos e coisas do tipo.

Após a entrega dos prêmios, tome confusão para a entrega das medalhas de participação. Soube que teve gente que ficou sem medalha. Era um bate boca dos grandes. Pensei que o povo ia sair no tapa. O interessante era ver que tinha atleta que já havia pego a sua medalha, mas não sai de perto, só pra ficar gritando e inflamando mais ainda os ânimos.

Outro detalhe importante, o trajeto não era de 8 km, mas de 7.3 km segundo os GPS de algumas pessoas.

Após tudo isso, volta pra casa de ônibus. O problema no ônibus foi só quando alguém pediu para colocar um DVD de um pagodeiro mais que ultrapassado (não vale nem citar o nome).

Bom, sei que tinha o pessoal trabalhando e dando o melhor de si. Aguentando um bando de atletas que vem de longe pra correr e também encher o saco achando de são Hailes da vida. A questão foi que pecaram nos pontos onde dói um bocado.

Corredor de rua é ser humano, e o ser humano adora reclamar.

Até.

Como foi a 5a. Mini Maratona do Rangel.

O calor era grande! Acho que sempre reclamo disso. Sempre reclamo do calor. Prometo assim que começar a correr no frio, irei reclamar bastante do frio. Ok?
Bom, continuando…
Pouco antes da saída do hotel em direção a corrida, caiu uma chuvinha que animou a todos, mas bastou chegar no local da prova pra o céu ficar aberto.
A largada atrasou e foi meio estranho. Tava um bolo só de gente. Depois mandaram recuar pra ficar alinhado com o pórtico. Logo em seguida chamaram as mulheres para largar mais a frente. Elas largaram na base do susto, pois foi rojão corneta e grito. Já para os homens foi algo meio que “um tomou a iniciativa e os outros acompanharam”.
Largada dada, pra mim era só manter o rítimo, ultrapassar os afobados que iam ficando pelo caminho e seguir rumo a chegada, mas não foi tão simples assim. O primeiro km apareceu antes do tempo e no segundo tinha uma placa de 4km. Aí todos ficaram se perguntando “O que diabos tava acontecendo?”.
E agora? Apertar o rítimo já que 2km haviam sumido ou manter a estratégia pensando que ainda serão 9km e que apenas trocaram as placas?
O negócio da km errada foi informado na chegada, mas acabou atrapalhando quem tinha se preparado para dar o gás nos últimos km.
Pra mim foi quase que um alívio, pois tava muito quente.
Tinha o posto de hidratação e com bastante água. Apenas a galera tava entregando mas mãos, ao invés de ter uma mesa grande para os atletas pegarem. Tava quente? Sim!
Não sou de beber água e evito me molhar, mas peguei um copo e logo dispensei. Também foi só esse posto, quem precisou de mais água teve que apelar para os moradores que agradavelmente disponibilizaram mangueiras para “aguar” os atletas.
Faltou fiscal, dai teve gente cortando pelas calçadas.
Putz! Taí uma coisa que dá raiva é atleta que não obedece regras tão simples!
Na chegada foi uma coisa doida! Passado o pórtico, você já caia numa fila para pegar o kit lanche (falo já dele), medalha e troféu.
Claro que teve troféu! Afinal isso foi o diferencial da corrida.
Voltando a fila. Caramba, você chegar cansado e ainda ter que freiar daquela maneira sem poder esticar as pernas foi cruel. Gritei logo pelo nosso treinador que me arranjou água.
O kit não tinha fruta. Tinha biscoito (?), doce, bolinhos (?), barra de cereal e chocolate.
Na concentração da chegada não faltou água. Teve gente levando de saco! Eram garrafinhas. Algumas pessoas até disseram que poderiam ter colocado num segundo posto, mas garrafas no trajeto não rola.
O pessoal não respeita a arbitagem! Eram os árbitros tentando apurar as colocações e o povo em cima pertubando.
Ia esquecendo de falar que boa parte do trajeto tava sinalizado com cones. Muito bom!
Teve corrida infantil! Sempre com os pais endoidando.
Não ficamos pra ver as premiações, apesar de não termos ido exatamente logo embora. Ficamos na van esperando enquanto o resto do povo vinha.
Depois hotel e estrada!
Abração.

Como foi a Corrida de Piedade em Espírito Santo-RN

Tempo nublado prometendo chuva, mas não caiu uma gota.
A largada foi na base do rojão e o povo parece que se assustou e saiu correndo feito doido. Era um no vácuo do outro. A descida do inicio do trajeto ajudou o povo a impor um rítimo forte. O asfalto novo também colaborou.
Tio Ciço que deu a largada. No começo ele tava meio abusado pelo atraso e outros contratempos, mas no final o homem era só alegria.
Corri junto com meu colega Felipe, que foi ditando o pace com seu novo brinquedinho (garmini 410).
Tinha bastante água no caminho, mas pelo clima super agradável não foi tão necessário.
A chegada foi uma festa só. Além da medalha de participação, tinha o kit de frutas com direito a um sachê de iorgute. Muito bom!
Troféus para os 8 primeiros colocados no masculino e os 4 no feminino.
Na comunidade Corrida de Rua – RN no Orkut foi divulgado alguns links para as fotos. Vale conferir a descontração do povo.
Abação.