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Mizuno oferece site para o teste da pisada

Realizar o teste da pisada é ideal antes de comprar um tênis para corrida, mas a dificuldade é encontrar onde é realizado esse teste. Bom, pelo menos na região onde moro ainda não encontrei.

Já achei várias dicas na internet de como identificar o tipo de pisada, mas até agora a mais interessante foi a do site Mizuno Precision Fit Online. Ele oferece vídeos para você mesmo visualizar algumas características da sua pisada e ir avançando no teste.

Vale conferir.

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Melhores do mundo

Esta é a última semana da votação da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) para a escolha dos melhores do ano no mundo. A brasileira Fabiana Murer, campeã mundial e da Diamond League, do Clube de Atletismo BM&FBovespa, é uma das dez indicadas na escolha que está aberta aos internautas. Para votar basta acessar o site www.iaaf.org e clicar no ícone World Athletics Gala. Os fãs brasileiros têm até o dia domingo (7/11) para votar.

Vi na Runner’s World.

O que é Fartlek?

Encontrei no Copacabana Runners algumas boas definições do que é o método de treino Fartlek.

Segue abaixo uma das definições.

Antes de tudo, devemos saber como e quem criou esse método de treinamento.

Nos anos 20 um sueco de nome Gösta Olander observou que em seu país e nos visinhos, como Finlândia e outros, as temperaturas no inverno eram implacáveis. Dada às semelhanças desses países e climas, Gösta, em plena natureza, soube projetar o método finlandês de treino com uma nova psicologia, despojando-o da austeridade e dos grandes rigores que caracterizavam o método do país vizinho.

O método fartlek é caracterizado pela sua realização, em ambientes bucólicos e felicidade em realiza-los, pois não se prende a nenhuma rigidez de distâncias, dando liberdade ao atleta de realizar o treinamento com corridas rápidas e de enrijecimento. Assim, nem o mais irredutível sedentário pode deixar de observar ou querer fazer esse método de treino, dado a sua liberdade de movimentos. No meu humilde entendimento o método do sueco Gösta consiste em passeios, corridas lentas pelos campos e sprints muito rápidos e breves, onde o atleta desenvolve suas habilidades, como a velocidade e a resistência.

Quando eu era técnico, saia com meus atletas pelas estradas de terra, veredas, morros e etc, acompanhado-os de bicicleta e munido com uma bola de tênis. Saiam em corrida lenta por 5 a 10 minutos, depois paravam e faziam o aquecimento muscular, alongamentos básicos. Depois corriam cerca de 10 minutos em marcha lenta, aí 5 minutos de marcha rápida, trotavam por cerca de 10 minutos, quando eles estavam bem a vontade um brincando com o outro correndo e conversando, eu pegava a bola de tênis e jogava bem longe e mandava-os pegá-la, aquele que conseguia pegar ficava livre do castigo, mandava-os realizarem um exercício qualquer que eu improvisava.

Após o castigo, mais uma corrida de 3 a 5 minutos leves e outra corrida atrás da bola, mais um castigo, nova corrida lenta, quando avistávamos uma colina, mandava-os subir até o seu topo no ritmo mais forte que pudessem agüentar, mais 10 minutos de caminhada rápida quase chegando a uma marcha atlética, mais 10 minutos de corrida lenta. Quando encontrávamos um cachorro, aí era a festa, atiçavam o bicho para que este corresse atrás deles, ou corriam atrás do animal, tanto faz, era um jogo de velocidade. A duração dessa brincadeira chegava há 2 horas.

Como vocês viram, o fartlek é um jogo de corridas, mas sem se prender a nenhum plano pré-estabelecido, dando liberdade ao atleta de correr despreocupadamente, dando prazer dele realizar o treino.

Muitos técnicos, ainda, confundem fartlek com interval training, acham que o fartlek é um interval training realizado em estrada, com distâncias pré-estabelecidas e repetições também. Tradução de fartlek: liberdade e prazer em correr.

É isso que eu penso do fartlek, um método que trabalha todas as variantes da corrida.

Bons treinos.
Nilson Duarte Monteiro

Clique aqui para ver mais algumas definições do que é o treino Fartlek.

Corrida Noturna da Paraíba

Estão abertas as inscrições para a Etapa Setembro 2010 da Corrida Noturna – Circuito das Estrelas.
Local: Circulação (Sistema Correio) ou Açaí da Praia (Antigo V2)
Valor: R$20,00 reais e R$10,00 (acima de 60 anos)
Data das inscrições: 01/09 até 18/09

7ª Edição da Corrida Noturna: dia 27 de setembro
Local: Busto de Tamandaré
19h: Concentração
19h30: Largada
22h: Premiação

Departamento de Marketing do Sistema Correio
(83) 3216-5049 / (83) 3216-5109 – mkt@sistemacorreio.com.br

Clique aqui para mais informações.

Atrás do coelho

Usado por profissionais para imprimirem maior velocidade e quebrarem recordes, os marcadores de ritmo também podem ser proveitosos para corredores amadores

Por Maurício Belfante

Contratado para puxar o ritmo das grandes competições ou auxiliando alguma equipe, os coelhos, ou mundialmente conhecidos como pacemakers, são atletas de ótimo preparo físico que ajudam os favoritos a faturarem provas e quebrarem recordes, fornecendo um pace adequado durante a corrida.

Excelente para quem procura fazer uma prova com uma tática pessoal, os coelhos também podem servir de ajuda, como amparar o atleta na hora da hidratação, dando-lhe água, ou até mesmo enfrentando os fortes ventos, deixando o seu companheiro protegido.

“Os coelhos são mais do que importantes, tanto para os competidores quanto para os organizadores. Para o primeiro é um auxiliador de táticas e faz o corredor não ultrapassar ou diminuir o seu pace ideal. Já para a prova, a importância está em deixá-la mais rápida e emocionante tornando-a agradável e atraente”, afirma Rodrigo Lobo, diretor técnico da Lobo assessoria Esportiva.

Coelho para os amadores!
Criados na década de 1980 para imprimir ritmo e para serem um dos responsáveis pelas quebras de recordes, os coelhos estão sendo muito úteis nos tempos atuais, sendo importantíssimos também para amadores, que querem melhorar suas marcas pessoais.

“Como os pacemakers são contratados para não oscilarem no pace, eles contribuem bastante para os amadores, principalmente para os de alto nível, que planejam realizar uma distância em um tempo que o coelho vai conseguir fazer, como fazer os 10 km em 34 minutos”, diz Júlio Coelho, diretor técnico da assessoria esportiva que leva o seu nome.

Porém, é importante que o atleta saiba respeitar seu rimo, para evitar desgaste e lesões. “Se o corredor amador não tiver um nível técnico alto, a probabilidade dele quebrar por causa do coelho é grande, já que não tem um alto conhecimento tático”, completa Coelho.

Por este motivo, algumas provas contratam marcadores de ritmo que percorrem o trajeto da prova em tempos variáveis, para que todos participantes possam usufruir dos seus benefícios.

Pacemakers no seu treino
Ao correr em companhia, com uma assessoria, por exemplo, é fácil encontrar atletas que se destacam mais pela sua capacidade física e seus melhores tempos. Sendo assim, é recomendável em alguns treinos esses atletas serem os “coelhos da vez”, puxando o ritmo dos outros atletas, deixando a atividade mais recreativa.

“Esse tipo de treinamento é importante, pois os corredores vão descobrir os seus limites e irão realizar uma simulação de prova, além de deixar o corredor mais estimulado e motivado”, explica Lobo. Um amigo mais rápido também pode servir como coelho em determinados treinos.

Caso não haja um companheiro que faça o papel de marcador de ritmo, também há outras maneiras de colocá-lo na sua rotina. Frequencímetros modernos contêm em sua configuração a opção de “coelho virtual”, em que você pode escolher a velocidade do seu pacemaker.

fonte: O2 Por Minuto

Quem precisa de eletro?

Autor: Sérgio Xavier Filho

Em dezembro passado, fui convidado para participar de um debate no Hospital do Coração sobre medicina esportiva e imprensa. Bom demais. É raro se alcançar nesse tipo de evento um nível alto de franqueza. Foi o que aconteceu, tudo com muita educação e respeito. Falamos de jornalistas fracos, médicos pavões, desconhecimentos, erros e acertos.

Fiquei satisfeito com um assunto específico. Fiz uma pergunta bem cabeluda a um médico, que lamentavelmente não anotei o nome, já esperando uma saída pela tangente. A questão foi mais ou menos essa:

“Até que ponto devemos exigir de quem está começando no esporte aqueles exames básicos como eletro e o eco-cardiograma? É claro que ter os exames checados antes de iniciar é o melhor, mas onde mora o risco maior: praticar esporte sem exames e poder ter um infarto, ou não fazer nada e poder ter problemas com as doenças do sedentarismo?”

A pergunta tem relação com o mundo real, não o mundo perfeito. Quem tem plano de saúde bonitinho e disponibilidade de tempo, faz os exames e tudo bem. Quem não tem essa possibilidade faz o quê? Não pratica esportes?

A resposta desse médico foi, até um certo ponto, desconcertante. Ele me disse “esqueça o exame, faça esporte”. Se formos pela estatística, o benefício do esporte dá de goleada no risco. Morrerá menos gente de mal súbito praticando esporte do que de diabetes, hipertensão e outros males que são agravados pelo sedentarismo.

Só que não somos apenas estatísticas. Somos também indivíduos. Se o risco de entupimento de artéria é meio por cento, já pensou no azarão dessa migalha percentual cair exatamente em um de nós?

Esse médico alertou para a questão financeira da saúde pública. Em alguns casos, fazemos exames demais. Esbanjamos recursos que são escassos. Muito exame para poucos, pouco exame para muitos. Nada mais brasileiro e injusto do que isso.

Não veremos escrito em muitos lugares essa mensagem, mas esporte mais salva do que mata. Ter os exames em dia é sempre uma tranqüilidade. Mas entre ficar parado e balançar o corpo, a segunda opção costuma ser a melhor.

Retirado do Blog: Correria

Olympikus | e-sporte

Achei legal a proposta do site da Olympikus oferecendo um ambiente para cadastro e gerência de eventos esportivos. Uma maneira simples de reunir o pessoal e marcar as corridas ou outro esporte qualquer.

Existem muitas outras maneiras de fazer isso, mas o que gostei do serviço da Olympikus é a facilidade de uso.

Clique aqui para mais informações.