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Boa opção de salgadinho.

Não ganho um centavo com esse post, apenas quero passar uma dica.

Resolvi experimentar… Não, na verdade eu só tinha mais um real e pouco na carteira, então tive que escolher um lanche baratinho. Já havia escolhido dois iogurtes desnatado, faltava o que beliscar no lanche.

Vi o Snack de Soja da GoodSoy por R$1,09 e resolvi experimentar. Na embalagem promete um monte de coisa como redução em 50% do sódio em relação aos outros salgadinhos concorrentes, baixo teor de gordura, não são fritos e por aí vai. Áh! Tem o fato de ter 80% mais proteina que os outros.

Comprei e gostei. O de bacon tem o sabor parecido com um salgadinho comum da ElmaChips, sendo suave e mais consistente.

Não sou nutricionista e não fiz nenhum comparativo com outros salgadinhos que sempre estão no corredor do caixa rápido. Mas no geral, me pareceu uma boa opção.

Fica a dica.

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Índice glicêmico e atividade física.

Entenda essa unidade de medida dos alimentos ricos em carboidrato e saiba como ela influencia seu desempenho a corrida

Por Odara Gallo

Principal fonte de energia do corpo, os carboidratos devem representar 60% de uma dieta bem balanceada, recomendada para praticantes de atividades físicas. Mas o “gás” que o organismo precisa para se manter ativo não depende apenas da quantidade de carboidrato ingerido, mas também da maneira como o corpo absorve essa substância. E é por isso que saber o índice glicêmico de cada alimento se torna importante.

Logo após a ingestão de alimentos que contenham carboidratos, o corpo responde com o aumento da glicose sangüínea que, por sua vez, é responsável pela produção de insulina, hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue. Mas nem todos os carboidratos reagem da mesma maneira, ou seja, uns aumentam a glicose mais do que outros, e é essa capacidade de aumentar a glicose que é chamada de índice glicêmico, ou IG. “Esse índice mostra como cada alimento comporta-se em termos de velocidade de ingestão e absorção”, definiu o estudo “Índice Glicêmico: Critério de Seleção de Alimentos”, publicado por Elizabete Wenzel de Menezes e Franco Lajolo, do Instituto Costarriquense de Investigação e Ensino em Nutrição e Saúde (INCIENSA), da Costa Rica.

Esse número é representado pela porcentagem de aumento da glicemia, tomando por base o pão branco ou a glicose. “Para quem se exercita, é muito importante avaliar o quanto de glicose o corpo disponibiliza no momento da atividade”, afirmou Dra. Tamara Mazaracki, nutróloga com formação em medicina pelo Centro de Ciências da Saúde FEFIERJ, no Rio de Janeiro, especialização em nutrição pela Associação Brasileira de Nutrologia e pós-graduação em Terapia Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade, pela Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo e Centro de Ensino Superior de Homeopatia. Para fazer as melhores escolhas, é importante avaliar quais alimentos são ingeridos antes e depois de cada treino. Os índices glicêmicos de alguns dos alimentos mais populares estão disponíveis na tabela abaixo.

O que fazer com essa informação?
Quanto menor a velocidade de absorção do carboidrato, menor é a elevação da glicemia após a refeição. “Para um bom desempenho físico, deve-se priorizar a ingestão de carboidratos de baixo IG antes da corrida”, disse Tamara Mazaracki. De acordo com o estudo do INCIENSA, isso se dá porque o carboidrato desses alimentos é ingerido no intestino grosso, e não no delgado como o de alto IG, e sofre uma série de processos nesse “caminho mais longo” até a absorção completa. Entre eles está a fermentação que resulta na produção de ácidos graxos do tecido adiposo, importante fonte de energia em atividades de longa duração.

Outra desvantagem dos alimentos de alto IG antes dos treinos é que eles aumentam o catabolismo do carboidrato, ou seja, toda a energia é gasta precocemente e a fadiga também vem antes. Ou seja, os alimentos de baixo índice glicêmico promovem uma queima maior de gordura e dosam melhor a energia durante o exercício.

Já na fase pós-treino, a prioridade deve ser dos carboidratos de alto índice glicêmico, pois a exigência dos músculos para facilitar a recuperação é maior. “Existe uma urgência do organismo. Prefira os carboidratos simples e de preferência na forma diluída, como as bebidas hipertônicas que contêm glicose e sódio, pois os repositores líquidos são de digestão mais fácil”, sugeriu a nutróloga. Não consumir a quantidade necessária de carboidrato pode dificultar a recuperação dos músculos e atrapalhar o desempenho no treino do dia seguinte.

Alimento IG Alimento IG
Bolos 87 Cuscuz 93
Biscoitos 90 Milho 98
Crackers 99 Arroz Branco 81
Pão branco 101 Arroz integral 79
Sorvete 84 Arroz parabolizado 68
Leite integral 39 Tapioca 115
Leite desnatado 46 Feijão cozido 69
Iogurte com sacarose 48 Feijão manteiga 44
Iogurte sem sacarose 27 Lentilhas 38
All Bran 60 Ervilhas 68
Corn Flakes 119 Feijão de soja 23
Müsli 80 Espaguete 59
Aveia 78 Batata cozida 121
Mingau de aveia 87 Batata frita 107
Trigo cozido 105 Batata doce 77
Farinha de trigo 99 Inhame 73
Maçã 52 Chocolate 84
Suco de maçã 58 Pipoca 79
Damasco seco 44 Amendoim 21
Banana 83 Sopa de feijão 84
Kiwi 75 Sopa de tomate 54
Manga 80 Mel 104
Laranja 62 Frutose 32
Suco de laranja 74 Glicose 138
Pêssego enlatado 67 Sacarose 87
Pêra 54 Lactose 65

:: Referência
Alto índice glicêmico = maior de 85
Moderado índice glicêmico = 60 a 85
Baixo índice glicêmico = menor de 60

Fonte: O2 Por Minuto

Alimentação pós-treino.

Uma dieta correta após exercícios físicos é essencial para a recuperação mais rápida do corpo e ajuda a prepará-lo para o próximo treinamento

A nutrição é fundamental para a recuperação muscular. O exercício físico de longa duração provoca a redução da quantidade de reservas de glicogênio no corpo, que é responsável por fornecer a melhor energia para o funcionamento dos músculos.

A redução desta substância está associada à ocorrência de fadiga e, desta forma, a reposição dela após o exercício é um aspecto fundamental no recobramento da capacidade dos atletas. Para facilitar a recuperação muscular, é necessário ingerir carboidratos logo após o exercício físico, pois os músculos se encontram mais receptivos à absorção de glicogênio.

Estudos têm mostrado que os músculos restauram suas reservas de glicogênio em uma taxa mais rápida durante a primeira e segunda hora depois de um esforço exaustivo. A ressíntese de glicogênio continua mais elevada do que o normal por 10-12 horas depois de um exercício que esvazia as reservas da substância.

Isso significa que você irá recuperar-se mais rápido se ingerir carboidratos logo após a atividade física, o mais rápido possível. Assim, a dica é terminar o seu exercício, cuidar da hidratação e tratar de se alimentar.

Dê preferência a alimentos com carboidratos de alto índice glicêmico, pois eles fornecerão energia rapidamente para você recuperar-se do esforço. Os alimentos de alto índice glicêmico incluem: uvas passas, banana, melancia, abacaxi, purê de batata, pão branco de trigo, macarrão, arroz.

Dada a importância dos carboidratos para a performance de exercícios aeróbios de longa duração, recomenda-se que indivíduos que se exercitam regularmente devam consumir uma dieta entre 55% – 70% de seu valor calórico total na forma de carboidratos. Mais que isto não é interessante porque o organismo pode estocar na forma de gordura.

E, além dos carboidratos, as proteínas são fundamentais para a recuperação muscular. Estudos recentes têm mostrado que ingerir proteínas junto com carboidratos depois do exercício físico de longa duração também acelera a recuperação. As proteínas magras, como carnes de aves e peixes e queijos brancos são indicadas. Vale também a dica de incluir soja, amaranto e quinua no cardápio.

Assim, se você quer fazer o seu próximo treino bem, a sua alimentação correta após a atividade física de hoje é fundamental!

*Mariana Braga Neves e Carolina Duarte são nutricionistas esportivas da Nutrício: www.nutricio.com.br.

Fonte: O2 Por Minuto

Alimentação adequada antes da corrida.

Cuidar da alimentação é um hábito saudável, que devemos adotar no nosso dia-a-dia. No entanto, o cuidado deve ser ainda maior antes de treinos e provas de corrida, para garantir que o corpo tenha energia e disposição suficientes para atingir as metas propostas. Veja abaixo algumas dicas para atletas que querem se alimentar corretamente nestes momentos:

– evite praticar a atividade física em jejum;

– faça uma refeição leve cerca de 1 hora a 40 minutos antes do exercício;

– opte por alimentos de baixo a moderado índice glicêmico. Assim, frutas como maçã e pêra , além de pães (de preferência com uma mistura de farinha branca e integral), torradas e sucos naturais podem ser usados antes da prática;

– a ingestão de alimentos ricos em proteínas não é recomendada antes da atividade física. Assim, evite sempre leite, queijos, carnes, presunto;

– alimentos ricos em óleo e gorduras e os muitos ácidos não são aconselháveis antes da atividade;

– o café e os alimentos ricos em cafeína como chá mate e o preto são diuréticos e não devem ser usados em excesso antes do exercício;

– a hidratação é importante até mesmo neste momento. Assim, consuma de 200 a 400 ml de água entre 60 e 30 minutos antes do exercício;

– para evitar a distensão abdominal evite o consumo de alimentos com excesso de fibras antes do exercício;

– é desaconselhada a prática de atividade física imediatamente após as grandes refeições (almoço e jantar).

Por: Mariana Braga Neves

Fonte: BH Race

Evite antes de correr.

Todo corredor sabe que manter uma dieta equilibrada é um dos fatores mais importantes para quem pratica atividade física e deseja obter melhores resultados. Alguns alimentos, ao serem ingeridos antes da prática do esporte, podem prejudicar o desempenho do atleta. Por isso, o O2 Por Minuto fez uma lista com 10 alimentos que você deve evitar antes de correr.

Os alimentos ricos em gordura tornam a digestão mais lenta e também demoram para se transformar em energia. Assim, atrapalham a performance do corredor durante a prova.

“Os alimentos que contém gorduras, como manteiga, margarina e leite integral só devem ser usados 2 horas antes do treino, porque tornam a digestão lenta. O atleta precisa de energia disponível quando inicia o exercício e durante a prova. Se ele se alimentar com alimentos gordurosos, os ácidos graxos permanecem no estômago e no intestino por mais tempo, dando a sensação de estômago pesado, podendo causar mal-estar, e levando à vômitos caso o corredor não esteja adaptado a esta refeição antes da corrida” explica Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé.

Fibras
“Existem alimentos saudáveis, ricos em fibras e cheios de vitaminas e minerais, porém, nem sempre o que é saudável é a melhor opção antes do treino”, afirma Mariana Escobar, nutricionista da VITTA Exercício & Clínica de Saúde.

Alimentos como granola, aveia, saladas, pães integrais e cereais não são a melhor opção antes da corrida, pois demoram a ser digeridos e podem estimular o processo gastrointestinal. “As saladas, por exemplo, principalmente cruas, além de diminuírem o tempo de esvaziamento gástrico, ainda provocam calmaria e sono, prejudicando a performance”, diz Ana Paula.

Leite
Para muitas pessoas, o leite faz parte do café da manhã, e tem grande importância por ser rico em proteínas. Porém, para quem vai realizar uma prova ou sair para treinar, ele não é indicado, pois pode causar desconforto gástrico, como explica a nutricionista Aline Castro.

“Se ingerido antes do treino ou da prova, o leite deixa lento o esvaziamento gástrico. Além disso, a lactose tem um efeito calmante, o que pode gerar no atleta, durante a atividade física, enjôo e sono”.

Alimentos de Alto Índice Glicêmico
Os alimentos e bebidas que contêm alta concentração de açúcar também podem prejudicar o desempenho do corredor se ingeridos antes do treinamento.

“Açúcares simples, suco de laranja, suco de uva, melados, ou seja, alimentos de alto índice glicêmico, elevam a glicemia muito rápido, além disso, também estimulam a liberação de insulina. Níveis elevados de insulina antes do exercício podem ocasionar uma hipoglicemia de rebote”, explica Mariana.

Carnes
“Todas as carnes contêm gordura intrínseca não visível e também dificultam a digestão. A energia proveniente dos alimentos, seja para armazenamento ou para uso imediato pelo organismo, só acontecerá quando os nutrientes já tiverem passado pelo processo de digestão e estiverem na corrente sanguínea, encaminhando para células e tecidos muscular e hepático”, afirma Ana Paula.

Com a demora da digestão, o corpo não poderá usufruir da energia gerada por esse tipo de alimento. “Se o treino é daqui a 30 minutos, um atleta não deverá consumir a carne, pois leva cerca de 3 a 4 horas para que a digestão dela seja feita. Dessa forma, o corredor não terá energia disponível, mas sim muito alimento no estômago”, completa Ana Paula.

Refrigerantes
As bebidas gaseificadas também devem ser evitadas antes dos treinamentos e corridas. “Os refrigerantes, principalmente os de cor escura, não são boa opção antes da prática do esporte, pois podem gerar desconforto gástrico no atleta, podendo causar também gases”, afirma Aline. “Além do desconforto gástrico gerado, por ser uma bebida gaseificada, o refrigerante também contém alta concentração de cafeína, o que pode aumentar a sede durante a prova, causando desidratação”, completa a nutricionista.

Chocolate
Apesar de ser uma reconhecida fonte de energia, o chocolate também não deve ser ingerido antes da prova, como explica Ana Paula de Souza.

“O chocolate contém também muita gordura, tornando a digestão mais lenta. Além disso, a energia fornecida por ele não é instantânea, como no caso de uma fruta ou biscoito, que contêm carboidratos e frutose, energias disponíveis nas células e nos músculos”.

Para substituir o chocolate, Mariana Escobar dá a dica. “Se não conseguir ficar sem o chocolate, as barras energéticas de sabor chocolate são uma boa opção”.

Bebidas Alcoólicas
Durante a prova, o atleta já sofre com a desidratação causada pelo suor, e o álcool em nada ajuda nesse processo, muito pelo contrário, apenas intensifica a perda de líquidos no corredor.

“O álcool tem alto poder diurético, o que só acelera a desidratação do atleta durante a prova. Outro fator importante para a não ingestão de bebidas alcoólicas antes da corrida é que ela causa diminuição do reflexo e desequilíbrio, o que não é nada bom para uma pessoa que está praticando uma atividade física”, afirma Aline Castro.

Massas

As massas, se ingeridas pouco tempo antes da prova, em quantidade excessiva, podem atrapalhar o desempenho do atleta. “As massas são carboidratos complexos que devem ser ingeridos no máximo até 2 horas antes do treino”, diz Ana Paula. “A lasanha, por exemplo, deve ser evitada, pois tem queijo, molho vermelho e presunto, fontes de lipídeos e proteínas que também deixam lento o trânsito intestinal e não disponibilizam energia imediata ao atleta. A lasanha é uma ótima fonte de energia para um jantar, para repor glicogênio muscular e proteínas”.

Alimentos Condimentados
Os molhos apimentados e alimentos que contêm muitos condimentos são grandes vilões para os corredores, já que não são de fácil digestão e também podem prejudicar o desempenho durante a prova.

“Os alimentos desse tipo geram grande desconforto gástrico, principalmente se ligados ao treinamento físico. Podem causar diarréia e flatulência, além de machucar a parede do estômago do atleta”, comenta Aline Castro.

Por Fausto Fagioli Fonseca

Fonte: Corredor de Rua